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22.10.07

OAB ouve nosso clamor e culpa o governador requião pelas mortes em cascavel

O presidente da subseção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Cascavel, Luciano Braga Cortes, disse que o governo do Paraná tem responsabilidade no confronto entre seguranças e sem-terra na Estação Experimental da Syngenta, em Santa Tereza do Oeste, a cerca de 530 quilômetros de Curitiba, que deixou dois mortos e oito feridos ontem.

"Poderíamos ter evitado essas mortes se o Poder Executivo cumprisse as ordens de reintegração", afirmou.

"Na medida em que não se cumprem as ordens instala-se um clima de desordem."

Levantamento da Federação da Agricultura do Paraná (Faep) aponta pelo menos 85 propriedades invadidas no Estado, somando 27.530 hectares, grande parte delas com reintegração decretada pela Justiça.

A propriedade da Syngenta, de 127 hectares, foi invadida pela primeira vez em 14 de março do ano passado por cerca de 80 famílias de sem-terra. A empresa alega que tem todas as licenças necessárias para realizar as experiências com milho transgênico. No dia 16 já havia uma ordem judicial para a desocupação. No entanto, somente no dia 5 de novembro os sem-terra saíram.

Quatro dias depois, o governador Roberto Requião (PMDB) decretou a propriedade como de utilidade pública para a instalação de um centro de agroecologia. Imediatamente, os sem-terra retomaram a invasão da área e começou nova disputa jurídica entre o governo do Estado e a empresa. O decreto foi derrubado. Em maio deste ano, a Justiça determinou a reintegração de posse. No dia 18 de julho, os sem-terra saíram da propriedade e ficaram no Assentamento Olga Benário, que é vizinho, de onde rumaram domingo para a terceira invasão da mesma área.

"Há uma nítida sensação de desordem absoluta, de anarquia, de que se faz o que quiser", reclamou o presidente regional da OAB.

"Pelo clima que se criou está difícil a conversa entre os grupos e a tendência é que as coisas se agravem."

De acordo com ele, a criação de milícias armadas e o armamento por parte dos sem-terra são decorrência do "retrocesso" em termos de direito, pois

"cabe ao Estado a proteção da pessoa, do cidadão, e ele não está fazendo isso".


http://www.parana-online.com.br/noticias/index.php?op=ver&id=311701&caderno=3


requião não é responsável do bom desempenho do estado,mas quer levar os louros

de fábio campana,colunista do jornal " o estado do parana"

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Nestes dias, Requião festeja como se fosse obra sua o bom desempenho econômico do Paraná. Sem pudor, assumiu a paternidade de 6,3% de crescimento da indústria em agosto.

Não parou por aí.

Com a maior desfaçatez soltou foguetes para si mesmo porque as exportações cresceram 22% entre janeiro e setembro.

Sem corar, pediu aplausos à amestrada platéia das terças para o saldo acumulado da balança comercial do Paraná que no ano ficou em US$ 2,765 bilhões.

As almas parvas vibraram. Enxergaram no desempenho da economia a chance de alguma recuperação da imagem do governador. Diga-se que a preocupação tem sentido. A imagem de Requião piorou muito desde a eleição de outubro do ano passado.

Áulicos e marqueteiros jamais perdem a esperança. Segundo eles, o povo não sabe distinguir o que é obra de Requião e o que é resultado dos prefeitos, muito menos o que é resultado do esforço do próprio povo. Apostam na confusão.

Por exemplo: o governo esquece de dizer que os bons índices da indústria resultam da política adotada pelo governo Jaime Lerner, na década de 90. Lembram?

Requião descia a borduna no esforço de Lerner para atrair montadoras. Dizia que os incentivos concedidos por Lerner eram lesivos ao Paraná.

Ora, pois, nos últimos quatro anos de governo Requião, as montadoras recolheram aos cofres estaduais mais de R$ 1,5 bilhão em impostos. Além disso, determinaram a ampliação de outros setores industriais que, por sua vez, pagam mais impostos e geram empregos.

Como se vê, um dos grandes beneficiários das iniciativas de Jaime Lerner nos anos 90 é o próprio Requião, que gasta o arrecadado e festeja os índices como se fosse o pai da criança.

muito canalha

depredação ,vandalismo,queimadas e mortes,esse é o mst,os canalhas

Cerca de 100 pessoas entre ruralistas, líderes do setor, sindicalistas e até políticos estiveram nas dependências da fazenda syngenta para avaliar o estado em que foi deixada após 16 meses de ocupação pelo movimento mst.
A empresa ainda está fazendo um levantamento dos prejuízos, mas o que os manifestantes viram e relataram foram prédios depredados, equipamentos destruídos, implementos agrícolas ficaram sem rodas, motores e até sem fiação.
Muitas áervores foram cortadas e o local estpa com muitas fossas a céu aberto.

O presidente da sociedade rural do Oeste, Alessandro Meneghel, órgão que organizou a manifestação, disse que a Via Campesina e o MST são uma farsa.
"Eles não são movimentos sociais e sim, movimentos políticos", acusou, citando que os dois movimentos só trazem atrasos ao desrespeitarem propriedades e a constituição.

Sobrou crítica até para o governador Roberto Requião.
"O Requião apóia esses movimentos", disse. Ele disse estar indignado com o governador, que é de seu partido, o PMDB, por estar apoiando esses movimentos.

a conivência do governador roberto requião com o mst e as mortes anunciadas

A reocupação da fazenda experimental da multinacional Syngenta Seeds, em Santa Tereza do Oeste, no Oeste do Paraná, terminou em tragédia neste domingo.
Após troca de tiros entre seguranças e sem-terra, duas pessoas morreram e pelo menos seis ficaram feridas, segundo a polícia.


Syngenta

A fazenda havia sido desocupada em julho deste ano, após diversas liminares que obrigaram o governo a cumprir a reintegração de posse.
Na madrugada deste domingo, o local foi reocupado por integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST).


Mortos e feridos

No tiroteio morreram o segurança Fábio Ferreira de Souza, da empresa NF Segurança e o líder sem-terra Valmir Mota de Oliveira, conhecido como Kenun. Ficaram feridos e foram encaminhados ao Hospital Universitário os seguranças Vanderlei Giraldi, Rodrigo Oliveira Ambrósio e Marcelo Victor Stevens, e a integrante do MST Isabel Maria Nascimento Souza. Também receberam atendimento médico os integrantes do MST Adilson Alves Cartin, Jonas Gomes de Queiroz, Gentil Couto Vieira e Udson Alves Cardin.

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os seguranças foram indiciados por formação de quadrilha e homicídio e os vagabundos do mst ficaram como vítimas.

então fica combinado que bandidos filho da puta e desocupados como esse movimento de vagabundos ,podem fazer oque quiserem da propriedade privada que ainda são considerados vítimas de agricultores que estão protegendo suas propriedades.

a inversão de valores que esse governo da escória prega está transformando o paraná e o brasil em um curral de bandidos e a população de bem acuada sem ter a quem recorrer.

requião omisso é responsável pelas mortes,e incentiva esses ataques.

OAB ouça o nosso clamor,entre com uma ação contra o governador para essas badernas terminem e que possamos ter orgulho de nossas posses,sem medo de invasões por vagabundos.