ANDREZA MATAIS
da Folha Online, em Brasília
A Procuradoria Geral da República deve investigar a denúncia do TCU (Tribunal de Contas da União) sobre as cartilhas pagas pelo governo e distribuídas ao PT. O procurador Antonio Fernando de Souza recebeu hoje do TCU o resultado da auditoria que identificou as irregularidades. O relatório foi aprovado nesta quarta-feira pelo plenário do tribunal.
Como também responde pela Procuradoria Eleitoral, cabe a Souza decidir se encaminha para o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) a denúncia do TCU, se pede o aprofundamento das investigações ou se não tomará nenhuma providência.
O procurador ficou famoso por denunciar ao STF (Supremo Tribunal Federal) a existência de "quadrilha" que tinha por objetivo se perpetuar no poder ao analisar o escândalo do mensalão.
A assessoria da Procuradoria disse que ele não comentou o caso das cartilhas. No Ministério Público, a avaliação é que o caso é grave. José Carlos Cosenzo, presidente da Conamp (Associação Nacional dos Membros do Ministério Público), disse, em entrevista à Folha Online, que a denúncia será investigado com "urgência urgentíssima" pelo Ministério Público Eleitoral.
"É preciso darmos uma resposta para a sociedade com urgência. A denúncia é gravíssima e vai na contramão do que buscamos que é evitar o uso da máquina pública", afirmou.
Para o presidente da Conamp, se as denúncias ficarem comprovadas, "medidas extremamente sérias têm que ser tomadas".
No meio político, já se fala que as acusações podem levar ao impeachment do presidente Lula se ele for reeleito em outubro. O argumento é que o governo teria usado dinheiro público para abastecer o PT de informações sobre o governo.
o governo do crime organizado :PT e o parasitismo sindical. quadrilha corrupta que se instalou no governo do brasil para assaltar os cofres públicos e se perpetuar no poder.
Total de visualizações de página
14.9.06
8.9.06
carta FHC
Na carta, FHC também ataca seu sucessor, Luiz Inácio Lula da Silva, colocando nele a culpa pelos escândalos de corrupção que assolaram o governo.
O ex-presidente defende Geraldo Alckmin ao diferenciá-lo de Lula ("faltam condições morais a um e sobram a outro"), mas faz uma crítica indireta à gestão do ex-governador paulista ao falar de segurança. Leia a seguir trechos do documento:
Mensalão
"Pagar mensalão é crime e como crime deve ser tratado. (...) A prática deu-se sob o olhar benevolente de ministros e mesmo com a cumplicidade de alguns deles (...). O próprio presidente, responsável pelos ministros, não tendo atuado para demiti-los nem depois do fato sabido, é passível de crime de responsabilidade. Mais do que simplesmente corromper pessoas, corrompeu-se uma instituição, o Congresso Nacional."
Azeredo
"É verdade que também somos responsáveis pelo que hoje se vê: a cada dia mais corrupção; a cada dia, menor reação. Erramos no início, quando quisemos tapar o sol com a peneira no caso do senador Azeredo. (...) Calamos muito tempo e sequer dissemos o que sabemos: entre os responsáveis pelas finanças de campanha do então governador estava seu vice, hoje ministro do presidente Lula [suposta menção a Walfrido Mares Guia, ministro do Turismo, que fez um empréstimo para que Azeredo pagasse uma dívida com Valério; o vice de Azeredo na época era Clésio Andrade, atualmente vice do governador de Minas Gerais, o tucano Aécio Neves]."
Condições morais
"Geraldo Alckmin (...) não tem que explicar, como Lula, por que tendo tanto dinheiro vivo (e quanto!), não paga dívidas. (...) Enfim: faltam condições morais a um e sobram a outro."
Segurança e PCC
"[Em São Paulo] Nunca se prendeu tanto (...). Resultado: o sistema prisional está abarrotado e, há que reconhecer, não foi capaz de dar tratamento adequado à massa de presos, (...) deixando ao PCC espaço para demagogia em nome da melhoria de condições de vida dos prisioneiros. Sem falar no uso continuado de celulares, da cumplicidade entre criminosos e advogados, às vistas cúmplices, algumas vezes, de autoridades carcerárias."
Gastança e benesses
"Agora, diante da conjuntura eleitoral e para compensar os anos de carência, veio a bonança às custas do futuro: aumentos de salário, expansão das bolsas, expansão do crédito, antecipação do décimo-terceiro salário dos funcionários etc. (...) A verdade é que há uma gastança irresponsável e um novo inchaço do governo."
Bolsa-Família
"E não devemos temer a Bolsa-Família. Ela não apenas resultou de programas que nós criamos (...) como vem sendo desvirtuada pela velocidade eleitoreira com que cresce e pelo descuido na verificação da satisfação de requisitos para sua obtenção. E sobretudo porque tem sido feita no embalo da pura propaganda eleitoral, tornando um propósito saudável, pois inauguramos estes programas como um 'direito do cidadão', numa benesse do papai-presidente."
Privatizações
"Não podemos continuar meio envergonhados cada vez que o PT e seus aliados falam de 'privataria'. (...) É preciso dizer com todas as letras e toda a força que a privatização da Telebrás foi um sucesso absoluto (...). E dizer também que no setor elétrico houve fracasso (...). É só ver as estatísticas sobre investimentos no setor (...) para entender por que vira-e-mexe fala-se de apagão. Não o de 2001, conseqüência da má gerência e da falta das águas, mas da falta de investimentos para geração nova de energia.
O ex-presidente defende Geraldo Alckmin ao diferenciá-lo de Lula ("faltam condições morais a um e sobram a outro"), mas faz uma crítica indireta à gestão do ex-governador paulista ao falar de segurança. Leia a seguir trechos do documento:
Mensalão
"Pagar mensalão é crime e como crime deve ser tratado. (...) A prática deu-se sob o olhar benevolente de ministros e mesmo com a cumplicidade de alguns deles (...). O próprio presidente, responsável pelos ministros, não tendo atuado para demiti-los nem depois do fato sabido, é passível de crime de responsabilidade. Mais do que simplesmente corromper pessoas, corrompeu-se uma instituição, o Congresso Nacional."
Azeredo
"É verdade que também somos responsáveis pelo que hoje se vê: a cada dia mais corrupção; a cada dia, menor reação. Erramos no início, quando quisemos tapar o sol com a peneira no caso do senador Azeredo. (...) Calamos muito tempo e sequer dissemos o que sabemos: entre os responsáveis pelas finanças de campanha do então governador estava seu vice, hoje ministro do presidente Lula [suposta menção a Walfrido Mares Guia, ministro do Turismo, que fez um empréstimo para que Azeredo pagasse uma dívida com Valério; o vice de Azeredo na época era Clésio Andrade, atualmente vice do governador de Minas Gerais, o tucano Aécio Neves]."
Condições morais
"Geraldo Alckmin (...) não tem que explicar, como Lula, por que tendo tanto dinheiro vivo (e quanto!), não paga dívidas. (...) Enfim: faltam condições morais a um e sobram a outro."
Segurança e PCC
"[Em São Paulo] Nunca se prendeu tanto (...). Resultado: o sistema prisional está abarrotado e, há que reconhecer, não foi capaz de dar tratamento adequado à massa de presos, (...) deixando ao PCC espaço para demagogia em nome da melhoria de condições de vida dos prisioneiros. Sem falar no uso continuado de celulares, da cumplicidade entre criminosos e advogados, às vistas cúmplices, algumas vezes, de autoridades carcerárias."
Gastança e benesses
"Agora, diante da conjuntura eleitoral e para compensar os anos de carência, veio a bonança às custas do futuro: aumentos de salário, expansão das bolsas, expansão do crédito, antecipação do décimo-terceiro salário dos funcionários etc. (...) A verdade é que há uma gastança irresponsável e um novo inchaço do governo."
Bolsa-Família
"E não devemos temer a Bolsa-Família. Ela não apenas resultou de programas que nós criamos (...) como vem sendo desvirtuada pela velocidade eleitoreira com que cresce e pelo descuido na verificação da satisfação de requisitos para sua obtenção. E sobretudo porque tem sido feita no embalo da pura propaganda eleitoral, tornando um propósito saudável, pois inauguramos estes programas como um 'direito do cidadão', numa benesse do papai-presidente."
Privatizações
"Não podemos continuar meio envergonhados cada vez que o PT e seus aliados falam de 'privataria'. (...) É preciso dizer com todas as letras e toda a força que a privatização da Telebrás foi um sucesso absoluto (...). E dizer também que no setor elétrico houve fracasso (...). É só ver as estatísticas sobre investimentos no setor (...) para entender por que vira-e-mexe fala-se de apagão. Não o de 2001, conseqüência da má gerência e da falta das águas, mas da falta de investimentos para geração nova de energia.
7.9.06
nosso sete não é vermelho-nosso sete é verde amarelo azul e branco

“Minha pátria é como se não fosse”.
Se o Poetinha estivesse aqui, reafirmaria sua vontade de chorar e a sensação de fragilidade infantil da nossa pátria.
Fragilidade sim, porque é escrava de seus filhos desavergonhados e, como mãe, ainda os acolhe e protege.
Nossos somos seus filhos e ela é infantil em sua incapacidade de compreender as correntes lodosas que a estão submergindo. Infantil na medida em que a maioria dos seus filhos é ignorante, cega e, por isso, muda, inerme. Infantil porque, diante da força de seus inimigos, encolhe-se e se esconde.
“Choro de saudades da minha pátria”.
Choramos todos diante da pátria aviltada, preterida em nome de ideólogos do caos esquerdista e seus lacaios, porque aqueles não existem sem esses. Pátria, pátria, onde estão seus filhos ridiculamente, lindamente verde-amarelos que trabalham por si? Foram todos levados, foram todos comprados pela maré vermelha?
“A minha pátria é desolação de caminhos, a minha pátria é terra sedenta...”
Nos versos do Poetinha a nossa contemporaneidade: o deserto, a morte, a falta de homens de bem, de homens corajosos à frente dos destinos da patriazinha indefesa diante do fim da ética, morrida de morte matada por seus espúrios filhos que a renegam todos os dias em proveito próprio.
Nestes tristes versos, a sede da pátria amada. Sede de futuro, mas, principalmente de presente, de desenvolvimento agora, de seriedade agora, de justiça, agora. Sede de vergonha na cara para os seus filhos que assumem desavergonhadamente que a ética é lixo e, como tal, deve ser desprezada.
Acorda minha pátria!
Levanta do teu berço esplêndido e coloque o teu bloco de cidadãos na rua para derrotar a mentira contumaz, para expulsar os corruptores, os ladrões do seu sangue, do seu suor de suas esperanças.
Chega de libertas quae será tamen.
Queremos liberdade e moralidade hoje, neste que já foi o seu dia.
Levanta-te minha Pátria.
OBS.: os textos ente aspas são do poema Pátria Minha, de Vinícius de Moraes
6.9.06
FHC investiu mais na Saúde e na Educação
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva costuma dizer que o seu governo investiu mais na área social do que o do seu antecessor, Fernando Henrique Cardoso, mas essa afirmação começa a gerar polêmica.
A pedido dos candidatos Geraldo Alckmin e José Serra, o economista tucano José Roberto Afonso fez as contas e chegou à conclusão de que, em valores relativos, o governo Lula gastou com saúde e educação menos do que o governo FHC, apesar da maior arrecadação tributária.
Afonso analisou as aplicações em saúde e educação nos anos de 2000 a 2005, os três últimos anos de FHC e os três primeiros de Lula. Pelas suas contas, a média das aplicações nos três primeiros anos de Lula foi de 2,37% do PIB, enquanto a média dos três últimos anos de FHC foi de 2,43% do PIB.
Segundo Afonso, essa diferença representa uma perda de R$ 1 bilhão. Ele lembra, ainda, que, de acordo com os números da Secretaria da Receita Federal, houve um aumento de 1,5 ponto percentual da carga tributária no governo Lula. "Ou seja, mesmo o governo Lula arrecadando muito mais do que FHC, caiu o que aplicou proporcionalmente em educação e saúde", diz o economista.
O economista conclui que a prioridade dada pelo governo Lula foi ao "mero assistencialismo", e isso explica a queda nos investimentos em educação e saúde.
"O problema é que os gastos em educação e saúde são transformadores, que não apenas geram renda como melhoram diretamente o bem-estar social, ajudando a combater de forma definitiva a pobreza e a desigualdade", diz Afonso.
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/dinheiro/fi0409200601.htm
A pedido dos candidatos Geraldo Alckmin e José Serra, o economista tucano José Roberto Afonso fez as contas e chegou à conclusão de que, em valores relativos, o governo Lula gastou com saúde e educação menos do que o governo FHC, apesar da maior arrecadação tributária.
Afonso analisou as aplicações em saúde e educação nos anos de 2000 a 2005, os três últimos anos de FHC e os três primeiros de Lula. Pelas suas contas, a média das aplicações nos três primeiros anos de Lula foi de 2,37% do PIB, enquanto a média dos três últimos anos de FHC foi de 2,43% do PIB.
Segundo Afonso, essa diferença representa uma perda de R$ 1 bilhão. Ele lembra, ainda, que, de acordo com os números da Secretaria da Receita Federal, houve um aumento de 1,5 ponto percentual da carga tributária no governo Lula. "Ou seja, mesmo o governo Lula arrecadando muito mais do que FHC, caiu o que aplicou proporcionalmente em educação e saúde", diz o economista.
O economista conclui que a prioridade dada pelo governo Lula foi ao "mero assistencialismo", e isso explica a queda nos investimentos em educação e saúde.
"O problema é que os gastos em educação e saúde são transformadores, que não apenas geram renda como melhoram diretamente o bem-estar social, ajudando a combater de forma definitiva a pobreza e a desigualdade", diz Afonso.
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/dinheiro/fi0409200601.htm
CCJ aprova convite para Paulo Okamotto depor no Senado
GABRIELA GUERREIRO
da Folha Online, em Brasília
A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado aprovou nesta quarta-feira convite para que o presidente do Sebrae, Paulo Okamotto, esclareça à comissão as supostas contradições entre o seu depoimento à CPI dos Bingos e as afirmações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre pagamento de dívida no valor de R$ 24,5 mil ao PT. A dívida seria do próprio presidente da República.
A data do convite a Okamotto ainda não foi definida, mas ocorrerá somente após as eleições. Segundo o líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), a oposição quis marcar o convite após o período eleitoral para não ser acusada de politizar a discussão. "Não queremos ser acusados de subverter o processo em curso. É algo imoral que tem que ser apreciado", disse.
Já a líder do PT no Senado, Ideli Salvatti (SC), disse ter convicção que o convite a Okamotto tem intenções eleitorais. "É requentar, é trazer para o cenário do embate eleitoral um assunto que temos entendimento de que está mais do que esclarecido", afirmou.
da Folha Online, em Brasília
A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado aprovou nesta quarta-feira convite para que o presidente do Sebrae, Paulo Okamotto, esclareça à comissão as supostas contradições entre o seu depoimento à CPI dos Bingos e as afirmações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre pagamento de dívida no valor de R$ 24,5 mil ao PT. A dívida seria do próprio presidente da República.
A data do convite a Okamotto ainda não foi definida, mas ocorrerá somente após as eleições. Segundo o líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), a oposição quis marcar o convite após o período eleitoral para não ser acusada de politizar a discussão. "Não queremos ser acusados de subverter o processo em curso. É algo imoral que tem que ser apreciado", disse.
Já a líder do PT no Senado, Ideli Salvatti (SC), disse ter convicção que o convite a Okamotto tem intenções eleitorais. "É requentar, é trazer para o cenário do embate eleitoral um assunto que temos entendimento de que está mais do que esclarecido", afirmou.
4.9.06
perigo-venezuela esta dando exemplo e lula vai copiar
No Estadão, com informações da AFP e da Rutrs: "O presidente venezuelano, Hugo Chávez, anunciou ontem que, se reeleito em dezembro, convocará em 2010 um referendo para estabelecer a reeleição ilimitada e afirmou que a partir de 2007 dará início à segunda fase de sua revolução, para que a Venezuela se converta numa 'república socialista bolivariana'. Chávez fez o anúncio ao ser recebido ontem por uma multidão depois de suas visitas de Estado à China, Malásia, Síria e Angola. Na ida e na volta, o líder venezuelano passou por Cuba e visitou seu colega cubano, Fidel Castro.Chávez dá como certa sua reeleição no fim do ano, numa votação para a qual é amplamente favorito, segundo pesquisas. Pelas regras atuais, ele não poderia candidatar-se a um novo mandato em 2014. 'Em 2010, quando chegar ao terceiro ano do próximo mandato, convocarei uma consulta popular', discursou Chávez, referindo-se à questão da reeleição ilimitada. "Agora, de 2007 até 2021, serão 14 anos para estender nossa revolução a todos os espaços, para que a Venezuela se torne uma república socialista bolivariana em toda a sua dimensão, para que haja igualdade verdadeira, liberdade plena, democracia profunda, democracia popular, democracia participativa e democracia protagônica."
LEIA MATÉRIA NA ÍNTEGRA :
http://txt.estado.com.br/editorias/2006/09/02/int-1.93.9.20060902.4.1.xml
LEIA MATÉRIA NA ÍNTEGRA :
http://txt.estado.com.br/editorias/2006/09/02/int-1.93.9.20060902.4.1.xml
3.9.06
vamos gravar e colocar no youtube
sabado dia 09 curitiba vai mostrar que nao quer o lula presidente
vide
video de protesto em cwb
fotos:
album moderador
vide
video de protesto em cwb
fotos:
album moderador
Assinar:
Postagens (Atom)