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25.8.08

parabéns beto richa psdb

curitiba está aplaudindo a ótima administração de beto richa e aprova sua reeleição

além de pesquisas que dão margem de vitória no primeiro turno 73% de intenções de votos,a população reconhece que com a administração de beto a cidade está melhorando e muito.

fora essa laia rançosa da esquerda não se ouve reclamações de fato de má administração.

oque não podemos permitir é que o PT(partido dos traficantes) consiga levar a eleição para segundo turno,porque usando a imagem do maior ladrão do brasil (lula) estão conseguindo ludibriar as mentes menos esclarecidas,muito cuidado,conversem com seus vizinhos,não deixem o PT destruir a cidade.

gelson

19.7.08

governador requião ofende a democracia

transcrito do jonal "o estado do parana"

oque é democracia?
para requião e sua horda maldita de capachos é empregar os parentes
a última gota foi a nomeação do irmão para conselheiro do TCUPR(tribunal de contas)

oque é democracia?
democracia é :
“governo do povo; governo em que o povo exerce a soberania; sistema político cujas ações atendem aos interesses populares; governo no qual o povo toma as decisões importantes a respeito das políticas públicas, não de forma ocasional ou circunstancial, mas segundo princípios permanentes de legalidade; sistema político comprometido com a igualdade ou com a distribuição equitativa de poder entre todos os cidadãos; governo que acata a vontade da maioria da população, embora respeitando os direitos e a livre expressão das minorias”.

As declarações e as atitudes do governador e de seu irmão não coadunam com o que se define como democracia. O mandatário do Palácio das Araucárias e seus áulicos permitem que as opiniões contrárias sejam emitidas? A legalidade é um dos princípios básicos deste grupo que comanda o Estado há seis anos? Este governo acata a vontade da maioria? Aceita a livre expressão?

http://www.parana-online.com.br/noticias/index.php?op=ver&id=357032&caderno=13

27.5.08

e lula no golpe de recriar a CPMF ,sem vergonha

Ainda sem definir como pretende recriar a CPMF sem alterar a Constituição, a base governista
foi acusada ontem por líderes da bancada ligada à saúde de pretender protelar a votação do
projeto que eleva as verbas para o setor.

O presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), marcou a sessão para votar o projeto
que regulamenta a emenda 29 para amanhã à noite, depois da sessão que começa às 16h,
destinada a votar um outro projeto polêmico: a PEC (proposta de emenda constitucional) que
muda o rito de tramitação das medidas provisórias.

Representantes da bancada da saúde rejeitam a nova contribuição com alíquota de 0,1% proposta pelos governistas. Eles acreditam, no entanto, que, caso saiam derrotados com relação
à nova CPMF, o texto, que teria que obrigatoriamente retornar ao Senado, voltaria à
redação original.

"É uma sensibilidade de elefante e vocação de coveiro. É um acinte contra a sociedade brasileira", disse o vice-presidente da frente, deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS).

Em reunião marcada para hoje com a presença do ministro José Gomes Temporão (Saúde) e
de líderes governistas, o governo quer fechar como será apresentada a proposta de nova contribuição. "Não sei se a redação [do novo imposto] vai ser junta ou separada [ao projeto que regulamenta a emenda 29], só sei que temos que votar as duas coisas em concomitância", afirmou o líder do governo na Câmara, Henrique Fontana (PT-RS).

o outro lado dos benefícios sociais do governo lula

Prêmio Nobel critica benefícios sociais

o Economista Edmund Phelps faz ressalva sobre Bolsa Família, que seria "grande passo na direção certa"


O economista Edmund Phelps, ganhador do prêmio Nobel do setor em 2006 e professor da Universidade Columbia (EUA), disse ontem que o governo deve evitar o excesso na concessão
de benefícios de bem-estar social em um cenário de necessidade de uso dos recursos púbicos para infra-estrutura e suporte aos negócios.

Em palestra no Fórum Nacional, organizado pelo ex-ministro João Paulo dos Reis Velloso na
sede do BNDES no Rio, Phelps fez a ressalva, no entanto, que não inclui o Bolsa Família na categoria de benefício criticada. "É um programa estrutural para criar potencial de grande dinamismo econômico, que requer educação do público em geral.

Na avaliação do economista, os benefícios de bem-estar social não são uma conspiração da esquerda para explorar os ricos porque estes raramente se preocupam com aumentos
modestos nas taxas.

Para Phelps, eles são mais próximos de uma conspiração da direita para comprar a solidariedade da classe média. "Na luta entre Hillary Clinton, que faz campanha pelo bem-estar social, e Barack Obama, cuja campanha foca no trabalho e no desenvolvimento, sei perfeitamente de que lado estou", disse.

Phelps afirmou que o Brasil deve aproveitar o período de grandes oportunidades com a alta
nos preços de commodities para tornar sua economia sólida, dinâmica e próspera.

"Espero que a economia brasileira evolua para uma maior participação de inovação e dinamismo econômico e para que não seja tão dependente de preços de produtos primários, que às vezes sobem, mas às vezes caem", disse. Sobre a crise americana, afirmou que talvez as coisas não estejam mais "críticas". "Neste sentido a crise acabou, mas ainda há alguns ferimentos a curar", disse.

1.4.08

lula e PT amigos das FARC organização criminosa

do blog de william waack

Os recentes episódios em torno da narcoguerrilha das Farc são uma excelente aula sobre como a falta de princípios atrapalha uma política externa. No caso, a política externa brasileira. Vamos deixar de lado neste momento princípios como ética, justiça, direitos humanos, etc, etc, e pensar apenas naquilo que se chama de Realpolitik – na esmagadora maioria das vezes, no meu entender, o fator dominante em relações internacionais.

O que representam as Farc do ponto de vista dos interesses brasileiros? Um perigo, sem dúvida. Trata-se de um grupo bem armado e bem organizado, com controle efetivo sobre uma excelente fonte de financiamento (plantio, colheita, processamento da folha da coca, distribuição e venda de pasta de cocaína e, em certos casos, do produto final). Partes desse agrupamento armado operam na fronteira brasileira e, conforme exemplo recente atestou, em contato direto com o crime organizado na Amazônia e em algumas grandes cidades.

Supondo, como suponho, que às autoridades brasileiras não interessa um grupo armado junto às nossas fronteiras em colaboração direta com o crime organizado, cabe perguntar o que é feito para combatê-lo. O governo colombiano comprou da Embraer um esquadrão de aviões monopostos turbo-hélice de excelente reputação em operações táticas, o Super Tucano. Depois dos helicópteros especiais de transporte e ataque (vendidos pelos americanos), é a melhor arma aérea contra guerrilhas.

Os principais pontos de passagem de fronteira do Brasil com a Colômbia foram reforçados pelo Exército, Marinha, FAB e Polícia Federal – embora todos eles sofram de crônica falta de pessoal e equipamentos e enfrentem enormes dificuldades para controlar fronteiras na Amazônia. Mas aquilo que os Estados-Maiores consideram uma real ameaça à nossa soberania não encontra a mesma avaliação no Planalto e no Itamaraty.

É o famoso “viés ideológico”, aliado ao fato do presidente Lula empenhar-se sempre em aparecer bem em todas as fitas, seja Havana, seja Caracas, seja Bogotá, seja Washington. Parece haver grande dificuldade, por parte de alguns personagens próximos a Lula, em desligar-se de uma visão de mundo que, por exemplo, celebrava as “conquistas” do regime comunista da Alemanha Oriental quando o Muro estava caindo, e que continua acreditando em “internacionalismo” e “solidariedade” de forças de esquerda que, na prática, também jamais existiu – especialmente quando estavam em jogo os interesses maiores de potências patrocinadoras do “internacionalismo” e da “solidariedade”.

As Farc perderam há muito tempo sua agenda política, típica de guerrilhas de inspiração cubana que também não mais existem. As autoridades brasileiras passaram perigosamente perto de conceder aos narcoguerrilheiros um status político que eles não merecem, e nem nos interessa (se a gente pensar no Estado brasileiro, e não apenas no atual governo). As Farc são uma ameaça não apenas distante à nossa soberania territorial: elas colaboram com forças (o crime organizado) que se infiltraram em uma parte considerável de nossas instituições.

Ou seja, não é necessário discutir por muito tempo se as Farc merecem ser chamadas de terroristas, insurgentes, beligerantes, heróis da luta pela liberdade ou o rótulo que você, leitor, preferir. Se é princípio da nossa política externa (e, até agora, foi) a defesa de nossa integridade territorial, o empenho em manter vizinhos estáveis e confiáveis (Evo Morales é? Uma Colômbia em guerra é?) e a ampliação da nossa capacidade de influência, parece-me uma grotesca e diletante atitude, a de tratar as Farc como parte do governo o faz.




morto um assentado do movimento dos sem-terra

Um agricultor ligado ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) foi assassinado dentro de casa, em um assentamento de Ortigueira (PR), no domingo (30). Segundo a assessoria do movimento, dois homens encapuzados invadiram o imóvel e executaram a vítima na frente da família.

A Secretaria de Segurança Pública do Paraná informa que cinco suspeitos de envolvimento no crime foram presos entre a madrugada e a manhã desta segunda-feira (31). Com eles, foram apreendidas três armas e munição.


A Secretaria da Segurança Pública do Paraná informou que já foram presas cinco pessoas suspeitas de terem participado da morte de um dos líderes do Movimento dos Sem-Terra (MST) no Paraná, Eli Dallemole. Ele foi morto na noite de ontem, quando estava dentro de casa no assentamento Libertação Camponesa, em Ortigueira, a cerca de 250 quilômetros de Curitiba. Segundo as informações, entre os presos está um proprietário rural da região. Ele já teria mandado de prisão expedido há cerca de um mês sob acusação de ter participado da expulsão de sem-terra de uma fazenda.


a dívida pública continua aumentando mas lula mente sobre a dívida externa

a dívida externa não foi paga conforme a propaganda oficial do governo lula e a dívida interna que é 10 vezes maior continua crescendo.

aprendam oque significa superávit e déficit nomina

As contas públicas consolidadas tiveram déficit nominal de R$ 6,477 bilhões
em fevereiro.
O resultado decorre de superávit primário de R$ 8,966 bilhões contra a conta
de juros nominais de R$ 15,444 bilhões.
Em fevereiro do ano passado, houve déficit de R$ 4,330 bilhões.
Em janeiro de 2008, porém, viu-se superávit de R$ 5,531 bilhões.

Esse é o resultado do desempenho das contas da União, estados, municípios
e estatais, levando-se em consideração o movimento de caixa e o pagamento
de juros.

Déficit nominal

O montante que o setor público poupou em fevereiro, mesmo sendo 34,2% maior
que o registrado um ano antes, não foi suficiente para pagar os juros no mês.
Isso porque os juros nominais somaram R$ 15,444 bilhões em fevereiro, 17% a
mais que os R$ 13,131 bilhões do mesmo mês do ano passado.
Os números mostram, no entanto, que o superávit primário cresceu em ritmo
mais rápido que os gastos com juros.

Dívida

Não havendo dinheiro para pagar integralmente os juros em fevereiro, a
dívida líquida do setor público aumentou de R$ 1,140 trilhão, em 31 de janeiro,
para R$ 1,157 trilhão ao final do mês passado.

Em percentual do PIB, a dívida passou de 41,9% para 42,2% no período.

vejam bem,quase metade do nosso PIB que é tudo oque o país produz é gasto em juros da dívida
enquanto isso lula lacaio de banqueiros brada aos ventos dos miseráveis que recebem bolsa-compra-votos que pagou a dívida externa,sendo que apenas pagou a dívida com o FMI.

O governo assumindo compromissos – formais ou informais – com uma certa
paridade com o dólar, parte da dívida interna passa a ser também externa.
Esta situação se agrava quando o fluxo de capitais externos, após a crise na
Rússia e a conseqüente perda de confiabilidade do mercado brasileiro,
torna-se negativo.
Com isto, o governo ao não conseguir saldar os compromissos assumidos internamente, reverte o processo de substituição da dívida, com um
decréscimo na dívida interna acompanhada de um acréscimo na dívida externa.