o governo do crime organizado :PT e o parasitismo sindical. quadrilha corrupta que se instalou no governo do brasil para assaltar os cofres públicos e se perpetuar no poder.
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15.9.08
governo lula contra a educação
nada menos que R$ 7,5 bilhões por ano.
A medida vem revestida de uma capa de boas intenções:
a desoneração da carga tributária.
Mas em vez de aliviar o peso dos impostos cortando gastos da máquina — inchada por 23 ministérios e 14 secretarias e órgãos com status equivalentes —, o governo federal preferiu incluir na PEC da chamada reforma tributária o fim do salário-educação, contribuição social que ajuda a formar o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).
O Brasil investe hoje 3,2% do Produto Interno Bruto (PIB) em educação, porcentual inferior aos 5% da média dos países com bom rendimento no Programa Internacional de Avaliação Comparada (Pisa) e menos ainda que a taxa recomendada pela ONU – de 11% do PIB.
Na contramão da justiça social, a educação segue ladeira abaixo na escala de prioridades dos gestores públicos.
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governador requião insiste no nepotismo contra a súmula vinculante nº13
A ação popular foi movida pelo cidadão José Rodrigo Sade, representado pelo advogado José Cid Campelo Filho, que acusou o governador de descumprir a Súmula Vinculante n.º 13, do Supremo Tribunal Federal (STF), que proibiu o nepotismo nos três poderes, mas excluiu agentes políticos da medida.
Na ação, o autor argumentou que a nomeação de Eduardo fere o artigo 37 da Constituição Federal, afrontando os princípios da moralidade e impessoalidade na administração pública.
No despacho, o juiz entendeu que a Súmula não salvaguarda o cargo de secretário de estado. E criticou o que chamou de “subterfúgio” usado pelo governador para manter o irmão no governo ao nomeá-lo secretário de Estado.
Necessidade
Na nota oficial, Requião disse que precisa do trabalho do irmão e fez um histórico do desempenho de Eduardo na direção do Porto de Paranaguá. Para o governador, Eduardo foi o responsável por um processo de revitalização do porto.
* não é cômico ver o requião defender o irmão e a péssima administração dele no porto?
o porto de paranaguá está para ser interditado e o maria louca acha que está tudo bem.
*
A Justiça anunciou sua decisão na tarde de quinta-feira. Foi o juiz substituto da 1.ª Vara da Fazenda Pública, Jederson Suzin, quem decidiu pela anulação do decreto de nomeação de Eduardo Requião, irmão do governador do Estado, como secretário dos Transportes, acumulando o cargo com a superintendência da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa). O juiz alegou que a designação viola a súmula vinculante do Supremo Tribunal Federal (STF) que impede o nepotismo nos poderes Executivo,
Legislativo e Judiciário.
A análise do juiz Jeferson Suzin está embasada em decisões e avaliações claras. Não está encontrando subterfúgios para prejudicar qualquer pessoa.
A decisão do STF é simples: é proibido nomear parentes para cargos públicos, exceto em decisões políticas. O cargo de secretário de Estado é político, mas a nomeação de Eduardo Requião foi tão confusa que ficou evidente que era escapismo oficial para impedir sua demissão sumária.
Tanto que tal alteração provocou uma mudança brutal - o “primeiro-irmão” acumulou a secretaria com a Appa, e para cuidar do “restante” da pasta dos Transportes foi criada uma secretaria especial para Rogério Tizzot continuar seu trabalho.
Quer dizer: é simples perceber que é birra do mandatário do Palácio das Araucárias.
Mas Roberto Requião, ao invés de acatar a súmula vinculante, cria um cavalo de batalha para defender o irmão. Acima da discussão de competência, está a discussão legal, e dela o governador sempre se esconde, preferindo aludir uma inexistente perseguição.
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governador tenta retaliação contra paranaguá
como fantasiosa a notícia divulgada pelo Estado.
O único ponto em que as duas versões batem é que finalmente ontem o procurador do Estado Marco Antônio Lima Berberi, nomeado interventor, apareceu em Paranaguá.
enquanto a agência afirma que ele esteve lá para assumir interinamente o controle do município, avisando o prefeito José Baka Filho que ele está “impedido de tomar qualquer medida administrativa enquanto durar a intervenção”, o prefeito alega que o “interventor” recebeu os documentos que comprovam não haver motivos para a intervenção, decretada pelo governador Roberto Requião (PMDB) por determinação do Tribunal de Justiça em razão do descumprimento de ordem judicial de pagamento de precatórios trabalhistas.
Segundo a versão do Estado, após comunicar Baka sobre a intervenção, o procurador teria recebido documentos do prefeito que mostram o depósito em juízo dos valores devidos nos precatórioso, bem como uma declaração do Tribunal Regional do Trabalho de que a prefeitura está cumprindo o acordo firmado para a quitação da demanda de mais de R$ 15 milhões em precatórios.
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25.8.08
requião o maior nepotista do brasil vai ter que demitir os parentes lotados no estado
Fica claro que chegou ao Supremo Tribunal Federal o clamor da sociedade civil, que não admite mais que o patrimônio público seja dilapidado por uns que só pensam no próprio benefício.
O Paraná convive há seis anos e meio com um governo repleto de parentes, em vários cargos. O mais proeminente, o ex-secretário da Educação Maurício Requião, não entraria na decisão do Supremo - mas agora já está “alocado”, com a benevolência da Assembléia Legislativa, no Tribunal de Contas do Estado.
temos que exigir a demissão dessa laia requianista dos cargos,e por consequência se persistirem nos cargos deverão devolver os salários recebidos após a lei entrar em vigor.
chega do paraná ser rapinado pela família requião,chega.