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1.7.10

soldado Mário Kosel filho assassinado pelo grupo da dilma terrorista

Mário teve morte instantânea, pedaços de seu corpo foram lançados em todas as direções.
Um dos ocupantes do segundo automóvel era Dilma Rousseff.
Não consigo entender como é possível uma assassina permanecer solta e ainda chegar aonde essa mulher chegou. Dilma e outros criminosos e assassinos, que deveriam estar nas penitenciárias, relaxam e gozam sem quaisquer preocupações, enquanto os ladrões de galinhas sofrem severas penalidades.

Agora, a exemplo do que fizeram com Lula, os marqueteiros vão tentar vender a imagem de paz e amor dessa assassina.

Ainda assim, enquanto eu viver, não me calarei, até que todos saibam.

Mário Kosel e Therezinha Vera Kosel

16.6.10

José Serra - o brasil pode mais

Serra 45 por um brasil melhor.

discurso memorável de josé serra:

Acredito na democracia e isso não é uma crença de ocasião. Muitos políticos ou partidos que se apresentam como democratas, desdenham a democracia nas suas ações diárias. Mas ao contrário de adversários políticos, para mim o compromisso com a democracia não é tático, não é instrumental. É um valor permanente. Inegociável.
Acredito que a democracia é o único caminho para que as pessoas em geral, e os trabalhadores em particular, possam lutar para melhorar de vida. Não é com o menosprezo ao Estado de Direito e às liberdades que vamos obter mais justiça social duradoura. Não há justiça sem democracia, assim como não há democracia sem justiça.
Acredito na liberdade de imprensa, que não deve ser intimidada, pressionada pelo governo, ou patrulhada por partidos e movimentos organizados que só representam a si próprios, financiados pelo aparelho estatal. Não aceito patrulha de idéias -- nem azul, nem vermelha. A sociedade é multicolorida, multifacetada, plural. E assim deve ser.

Democracia e Estado de Direito são valores universais, permanentes, insubstituíveis e inegociáveis. Mas não são únicos. Honestidade, verdade, caráter, honra, coragem, coerência, brio profissional, perseverança são essenciais ao exercício da política e do Poder. É nisso que eu acredito e é assim que eu ajo e continuarei agindo. Este é o momento de falar claro, para que ninguém se engane sobre as minhas crenças e valores. É com base neles que também reafirmo: o Brasil, meus amigos e amigas, pode mais.

Ninguém deve esperar que joguemos estados do Norte contra estados do Sul, cidades grandes contra cidades pequenas, o urbano contra o rural, a indústria contra os serviços, o comércio contra a agricultura, azuis contra vermelhos, amarelos contra verdes. Pode ser engraçado no futebol. Mas não é quando se fala de um País.
E é deplorável que haja gente (lula)que, em nome da política, tente dividir o nosso Brasil.

Não aceito o raciocínio do nós contra eles. Não cabe na vida de uma Nação. Somos todos irmãos na pátria. Lutamos pela união dos brasileiros e não pela sua divisão.

serra 45 presidente a favor do brasil

Em dez meses de gestão do Ministro José Serra, o Ministério da Saúde empreendeu  uma série de mudanças para modernizar e moralizar a saúde pública no Brasil.

José Serra contempla medidas tecnicamente simples, mas de efeito imediato. É o caso da Lei 9.677/98, aprovada pelo Congresso e sancionada pelo  presidente Fernando Henrique Cardoso no início de julho. A lei alterou o texto do Código Penal e tornou inafiançáveis os crimes contra a saúde. 
Além disso, prolongou as penas. Hoje, quem falsifica ou adultera medicamentos está sujeito a penas de 10 a 15 anos de prisão, que podem dobrar caso haja morte.


O capítulo planos de saúde é uma história à parte. A Lei 9.656/98 e sua posterior regulamentação trouxeram normatizações importantes para um mercado que antes funcionava sem regras. Não é mais permitido excluir nenhum consumidor por ser portador de doença ou lesão, preexistente ou não. Os planos incluem agora cobertura para AIDS, doença mental e transplantes.
A nova lei foi aprovada depois de sete anos de tramitação. Balanço do Ministério da Saúde, realizado em janeiro de 1999, mostrou o sucesso da regulamentação: 5.655 produtos e 520 operadoras de planos e seguros de saúde já fizeram pedidos de registro na Superintendência de Seguros Privados (SUSEP - Ministério da Fazenda) e no Ministério da Saúde.
Também foi uma importante evolução a inclusão de atendimento a pacientes portadores de transtorno mental, inclusive nos quadros de intoxicação ou obstinência provocados por alcoolismo ou outras formas de dependência química, com internação. Um dos avanços importantes é que as operadoras não podem mais deixar de cobrir lesões auto-infligidas, como por exemplo as decorrentes de tentativa de suicídio ou ferimentos durante crises por transtornos psíquicos, já que estes casos expressam doença mental.
Os contratos que já estão em vigência têm até dezembro do próximo ano para se adequar às novas regras. O Ministério da Saúde aconselha os consumidores a não ter pressa para adaptar seus contratos, já que, com o tempo, será mais fácil avaliar se devem continuar com a mesma empresa.
O Ministério da Saúde estabeleceu sete faixas etárias (0 a 17; 18 a 29; 30 a 39; 40 a  49; 50 a 59; 60 a 69; e mais de 70). As seguradoras e operadoras de saúde podem adotar, por critério próprio, os valores e fatores de acréscimo das contraprestações entre as faixas etárias, desde que o preço da faixa etária mais avançada (mais de 70) não seja superior a seis vezes o oferecido à mais jovem (0 a 17). Foram encontrados no mercado planos que tinham diferenças de preço de até 31 vezes entre a primeira e a última faixa, o que configurava a tentativa de exclusão do consumidor na terceira idade.

1.5.10

ação na justiça contra pronunciamento de lula

DEM, PSDB e PPS vão questionar o pronunciamento de Lula em cadeia nacional sobre o Dia do Trabalho. Para os três partidos, o presidente fez uma defesa pública da candidatura de Dilma Rousseff (PT) ao Palácio do Planalto.
Na ocasião, Lula declarou que o povo é "maduro", "sabe escolher", e, por isso, vai continuar a conduzir o Brasil "no rumo certo".

A área jurídica da campanha de Serra acertou um rodízio com DEM e PPS para dar sequência à série de representações na Justiça Eleitoral a cada evento protagonizado pela dupla Lula-Dilma.
O sistema deve entrar em vigor na próxima semana. 

amigos de lula FARC-MST-GUERRILHA EPP transformam paraguai em campo de batalha

o grupo supostamente político ou é cooptado pela criminalidade ou eliminado. Nenhum bando criminoso gosta de confusão na sua área provocada por terceiros porque força o governo a atuar com mais vigor, atrapalhando os negócios.
O caso das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) é o mais ilustrativo: nasceu sob o impulso do castrismo, em uma era em que a revolução socialista seduzia os jovens e, mais ainda, parecia factível. Nos últimos muitos anos, virou um grupo narcoguerrilheiro.
Acontece que, quando os governos apertam tais grupos, como o fez o presidente colombiano Álvaro Uribe, tem sido inescapável o, digamos, vazamento das atividades criminosas para países vizinhos e, às vezes, não tão vizinhos.
Os cartéis mexicanos, hoje os maiores símbolos do narcoterrorismo, encorparam depois que emagreceram os cartéis colombianos. E, quando o presidente Felipe Calderón pôs o Exército no combate a eles, ao tomar posse há três anos, parte de suas atividades delinquenciais vazou para a América Central.
Não é por acaso que recente levantamento da consultoria FTI apontou México e três países centro-americanos (El Salvador, Honduras e Guatemala) como aqueles em que mais cresceram, neste ano, os problemas de segurança (a lista inclui também Venezuela e Haiti).

A esses inevitáveis vazamentos, deve-se acrescentar o fato de que o narcotráfico, além do contrabando e do tráfico de armas, é o mais transnacional dos negócios, o que torna inevitável uma coordenação no mínimo regional se se quiser de fato enfrentar o crime organizado.

Hugo Chávez,  acusado pelo general Douglas Fraser, chefe do Comando Sul dos Estados Unidos, de dar apoio financeiro às Farc.

Organização de inspiração marxista-leninista treinou em Cuba e na Colômbia e tem laços com Venezuela, segundo militar paraguaio 

mst brasileiro incentivou expulsão de brasiguaios

GUSTAVO HENNEMANN
ENVIADO ESPECIAL A PEDRO
JUAN CABALLERO (PARAGUAI)

Responsável pela decretação do estado de exceção vigente em parte do Paraguai há uma semana, o grupo guerrilheiro EPP (Exército do Povo Paraguaio) é formado por jovens de origem pobre e camponesa, mas que têm relações próximas com o governo da Venezuela, organizações cubanas e as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), segundo um coronel do Exército paraguaio.
Durante a atual década, integrantes da cúpula do movimento armado viajaram a Cuba e à Colômbia para aprender a manejar armas sofisticadas e para absorver técnicas de sobrevivência na selva desenvolvidas pelas Farc, disse à Folha o coronel, que pediu para não ter o nome divulgado.
Os membros do EPP são filhos de pequenos agricultores do interior dos departamentos de San Pedro e Concepción, onde vivem disfarçados de sem-terra. Em assentamentos, se escondem das forças de segurança e recrutam novos membros. Ao menos dois integrantes foram seminaristas, mas nenhum deles tem ensino superior.
Os sequestros e atentados praticados pelos guerrilheiros são planejados em bases cravadas na selva, que contam com túneis para esconder documentos, armas e comida.
Ao menos um deles domina a confecção de explosivos artesanais, que foram utilizados em um atentado contra a sede do Poder Judiciário em Assunção e em outras ações contra a polícia paraguaia.
De cunho leninista-marxista, o grupo se diz defensor da reforma agrária e tem como principal alvo de sequestros os fazendeiros do norte do país. É com o dinheiro dos resgates que se mantém e adquire armamento pesado, como fuzis, metralhadoras e granadas.
A última vítima de sequestro foi o pecuarista Fidel Zavala, libertado em Concepción no dia 17 de janeiro depois de 94 dias em cativeiro. O resgate rendeu US$ 550 mil ao EPP.
Além do dinheiro, os rebeldes exigiram que a família do fazendeiro repartisse parte do rebanho de suas fazendas com indígenas da região enquanto ele estava preso.
Em 2008, o sequestro de outro pecuarista, Luis Lindstron, no departamento de San Pedro, resultou em US$ 300 mil para o grupo.
O único caso de sequestro malsucedido ocorreu em 2005, quando Cecilia Cubas, filha do ex-presidente Raúl Cubas (1998-1999), foi assassinada em cativeiro. Segundo militares, a família não quis pagar o valor pedido pelo EPP.
O estado de exceção, no entanto, foi decretado somente depois que um enfrentamento dos rebeldes contra as forças de segurança resultou na morte de um policial e outras três pessoas no último dia 21 na cidade de Horqueta -no departamento de Concepción, próximo às bases do grupo.

Lugo
Antes da medida, que teve a chancela do Congresso, o presidente Fernando Lugo vinha sendo acusado pela oposição de ser conivente com os rebeldes. O presidente não reprimia de forma adequada os crimes cometidos pelo EPP porque simpatizaria com alguns integrantes, segundo a oposição.
Antes de ser eleito, quando ainda era bispo da Igreja Católica, Lugo chegou a admitir a um jornal paraguaio que conhecia pessoalmente ao menos um dos líderes do EPP.
Pressionado, o presidente ordenou o início das operações militares para extinguir a guerrilha. Há três meses, o governo oferece recompensa de mais de US$ 100 mil para quem der informações que levem à prisão dos guerrilheiros. Painéis nas estradas e chamadas na TV estampam o retrato dos líderes procurados.
O governo quer evitar que o EPP siga o caminho das Farc e se associe com o tráfico de drogas para financiar suas ações.
Até o momento, não há evidências que os rebeldes trabalhem em conjunto com os narcotraficantes, que mantêm grandes áreas de produção e comércio de maconha na região de fronteira do Paraguai