O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato a reeleição, faz comício em Curitiba no dia 9 de setembro. A agenda oficial da visita ainda não está fechada, mas a assessoria do candidato confirmou que ele buscará votos na Rua XV de Novembro, no Centro de Curitiba, e no bairro Alto Maracanã, em Colombo.
O presidente deve contar com a companhia do candidato ao governo Flávio Arns (PT) e de Gleisi Hoffman (PT), que disputa uma vaga no Senado. Ainda de acordo com asssessoria, Lula fica somente um dia na capital paranaense.
convido a todos os paranaenses se juntarem ao nosso coro contra o entreguista da naçao,vamos protestar e dizer que o parana repudia a corja do pt e de lula
participem da comunidade do orkut
brasil contra a corrupçao
o governo do crime organizado :PT e o parasitismo sindical. quadrilha corrupta que se instalou no governo do brasil para assaltar os cofres públicos e se perpetuar no poder.
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DECLARAÇAO DE BENS DE LULA - ELE É POBRE E TRABALHADOR???
Declaração de Bens
Descrição Valor
1 Apartamento 102, Ed. Kentucky, São Bernardo do Campo R$ 38.334.67
2 Apartamento 122 no prédio Green Hill, São Bernardo do Campo R$ 189.142.50
3 Apartamento 92, Ed. Kentucky, São Bernardo do Campo - SP R$ 38.334.67
4 Aplicação Financeira no Banco do Brasil R$ 86.794.73
5 Caderneta de Poupança CEF R$ 54.762.02
6 Caderneta de Poupança no Banco Bradesco R$ 1.398.67
7 Caderneta de Poupança no Banco Bradesco R$ 1.124.36
8 FIX Especial Plus Banco do Brasil R$ 156.146.83
9 Fif plus DI Banco Bradesco R$ 111.055.40
10 Fundo de Ações da Petrobrás R$ 1.866.39
11 Fundo de Ações da Vale do Rio Doce R$ 497.97
12 Fundo de Ações do Banco do Brasil R$ 1.108.87
13 Fundo de Investimento no Banco Bradesco R$ 63.304.16
14 Participação Cooperativa Habitacional Apartamento em construção
no Guarujá - SP Maio 2005 - R$ 47.695,38 já pagos R$ 47.695.38
15 S10 Cabine Dupla Diesel 98/99 R$ 42.000.00
16 Terreno Sub-distrito de Riacho Grande, São Bernardo - SP R$ 5.466.90
Total R$ 839.033,52
Descrição Valor
1 Apartamento 102, Ed. Kentucky, São Bernardo do Campo R$ 38.334.67
2 Apartamento 122 no prédio Green Hill, São Bernardo do Campo R$ 189.142.50
3 Apartamento 92, Ed. Kentucky, São Bernardo do Campo - SP R$ 38.334.67
4 Aplicação Financeira no Banco do Brasil R$ 86.794.73
5 Caderneta de Poupança CEF R$ 54.762.02
6 Caderneta de Poupança no Banco Bradesco R$ 1.398.67
7 Caderneta de Poupança no Banco Bradesco R$ 1.124.36
8 FIX Especial Plus Banco do Brasil R$ 156.146.83
9 Fif plus DI Banco Bradesco R$ 111.055.40
10 Fundo de Ações da Petrobrás R$ 1.866.39
11 Fundo de Ações da Vale do Rio Doce R$ 497.97
12 Fundo de Ações do Banco do Brasil R$ 1.108.87
13 Fundo de Investimento no Banco Bradesco R$ 63.304.16
14 Participação Cooperativa Habitacional Apartamento em construção
no Guarujá - SP Maio 2005 - R$ 47.695,38 já pagos R$ 47.695.38
15 S10 Cabine Dupla Diesel 98/99 R$ 42.000.00
16 Terreno Sub-distrito de Riacho Grande, São Bernardo - SP R$ 5.466.90
Total R$ 839.033,52
EU ODEIO O SUCATÃO
"A compra de um novo avião presidencial se tornou uma das obsessões do governo Lula. Uma prioridade. Mesmo ciente de que tal iniciativa poderia render-lhe um desgaste na opinião pública, por investir milhões de dólares na compra de uma aeronave diante de milhões de miseráveis no país, o presidente manifestava a certeza de que valia mesmo a pena arriscar. Tudo isso para se livrar do barulho e das constantes oscilações de temperatura no interior do Sucatão (...). Em solo, Lula dizia que o Boeing parecia um forno de microondas. No ar, segundo o presidente, um freezer ligado com a máxima potência."
A "SENZALA" DO AEROLULA
"Ao entrarem no Aerolula, ministros, assessores e demais credenciados encontram seus respectivos nomes em etiquetas coladas pela FAB em cada um dos assentos (...). Em conversas sem a presença do presidente, ministros e integrantes do alto escalão do governo chamam a parte traseira da aeronave de 'senzala', enquanto a cabine presidencial leva o apelido de 'casa-grande'. Ficar na senzala durante todo o vôo e não ser chamado por Lula para uma conversa na cabine presidencial é um sinal de falta de prestígio. Muitos preferem o constrangimento de se oferecer para uma conversa a correr o risco de serem ignorados por Lula na viagem."
A "SENZALA" DO AEROLULA
"Ao entrarem no Aerolula, ministros, assessores e demais credenciados encontram seus respectivos nomes em etiquetas coladas pela FAB em cada um dos assentos (...). Em conversas sem a presença do presidente, ministros e integrantes do alto escalão do governo chamam a parte traseira da aeronave de 'senzala', enquanto a cabine presidencial leva o apelido de 'casa-grande'. Ficar na senzala durante todo o vôo e não ser chamado por Lula para uma conversa na cabine presidencial é um sinal de falta de prestígio. Muitos preferem o constrangimento de se oferecer para uma conversa a correr o risco de serem ignorados por Lula na viagem."
Trechos do livro Viagens com o Presidente
"LÁ VEM O LEÃO"
"Nas viagens, em conversas pelo rádio, os seguranças recorrem a inúmeros códigos para garantir a integridade do chefe do governo. Em cada missão, o presidente é chamado por um apelido, geralmente em referência a mamíferos ou planetas (...). 'Lá vem o Leão', 'a Pantera está a caminho', 'Saturno tem pressa e está nervoso', o 'Eclipse apareceu'. Já a primeira-dama é muitas vezes chamada de 'Estrela' ou 'Damasco' (...). Os integrantes do Itamaraty têm um tratamento carinhoso e diferenciado, com direito até a nome de desenho animado. Diante da aproximação dos diplomatas, os seguranças comunicam os sinais de alerta: 'Lá vêm os Bambis' ou 'as Gazelas estão a caminho'."
"IGUAL A EXAME DE PRÓSTATA"
Numa audiência com a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, na época em que o governo começa a discutir a transposição de parte das águas do rio São Francisco, o presidente ouve a opinião contrária dela às obras e os argumentos favoráveis dos técnicos da área. Após ouvi-los, consola a ministra: 'Marina, essa coisa de meio ambiente é igual a um exame de próstata: não dá pra ficar virgem toda a vida. Uma hora eles vão ter que enfiar o dedo no c... da gente. Então, companheira, se é pra enfiar, é melhor que enfiem logo'. Lula, até para mostrar personalidade em relação aos 'estudiosos' e 'professores' do governo, leva para dentro do Planalto seu jeito descontraído, seu costume de falar palavrões."
O CIÚME DA PRIMEIRA-DAMA
"Marisa Letícia não se sente bem ao lado de seguranças. Se for mulher, pior ainda. Segurança mulher e ainda mais bonita, sem chance. No início do governo petista, uma militar alta e loira que fazia a segurança de Ruth Cardoso foi logo dispensada. A primeira-dama quer vê-las bem longe do marido (...). Ela gosta de cuidar da privacidade da família. Um exemplo disso ocorreu no início de governo, quando cortou as asinhas de alguns ajudantes-de-ordens que trabalhavam no Alvorada e se achavam no direito de circular livremente nas áreas privativas da residência. Marisa proibiu esse vaivém."
A "HORA DA PRINCESA"
"Mas isso também não basta para 'energizar' o presidente, por isso, a assessoria cria a 'hora da princesa'. De segunda a sexta, por volta das 15h, o gabinete é aberto para receber vereadores, antigos companheiros de sindicato, padres, princesas de festas regionais (daí o nome), empresários e pessoas simples que telefonam pedindo para tirar uma foto ao lado do presidente (...) Um assessor avalia: 'A hora da princesa é o momento depois do almoço para o presidente ganhar fôlego. As pessoas não entram no gabinete para pedir nada. Os abraços são gratuitos, fazem muito bem a ele. Podem chamar de populismo. (...) Após a hora da princesa, é outro homem'."
"Nas viagens, em conversas pelo rádio, os seguranças recorrem a inúmeros códigos para garantir a integridade do chefe do governo. Em cada missão, o presidente é chamado por um apelido, geralmente em referência a mamíferos ou planetas (...). 'Lá vem o Leão', 'a Pantera está a caminho', 'Saturno tem pressa e está nervoso', o 'Eclipse apareceu'. Já a primeira-dama é muitas vezes chamada de 'Estrela' ou 'Damasco' (...). Os integrantes do Itamaraty têm um tratamento carinhoso e diferenciado, com direito até a nome de desenho animado. Diante da aproximação dos diplomatas, os seguranças comunicam os sinais de alerta: 'Lá vêm os Bambis' ou 'as Gazelas estão a caminho'."
"IGUAL A EXAME DE PRÓSTATA"
Numa audiência com a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, na época em que o governo começa a discutir a transposição de parte das águas do rio São Francisco, o presidente ouve a opinião contrária dela às obras e os argumentos favoráveis dos técnicos da área. Após ouvi-los, consola a ministra: 'Marina, essa coisa de meio ambiente é igual a um exame de próstata: não dá pra ficar virgem toda a vida. Uma hora eles vão ter que enfiar o dedo no c... da gente. Então, companheira, se é pra enfiar, é melhor que enfiem logo'. Lula, até para mostrar personalidade em relação aos 'estudiosos' e 'professores' do governo, leva para dentro do Planalto seu jeito descontraído, seu costume de falar palavrões."
O CIÚME DA PRIMEIRA-DAMA
"Marisa Letícia não se sente bem ao lado de seguranças. Se for mulher, pior ainda. Segurança mulher e ainda mais bonita, sem chance. No início do governo petista, uma militar alta e loira que fazia a segurança de Ruth Cardoso foi logo dispensada. A primeira-dama quer vê-las bem longe do marido (...). Ela gosta de cuidar da privacidade da família. Um exemplo disso ocorreu no início de governo, quando cortou as asinhas de alguns ajudantes-de-ordens que trabalhavam no Alvorada e se achavam no direito de circular livremente nas áreas privativas da residência. Marisa proibiu esse vaivém."
A "HORA DA PRINCESA"
"Mas isso também não basta para 'energizar' o presidente, por isso, a assessoria cria a 'hora da princesa'. De segunda a sexta, por volta das 15h, o gabinete é aberto para receber vereadores, antigos companheiros de sindicato, padres, princesas de festas regionais (daí o nome), empresários e pessoas simples que telefonam pedindo para tirar uma foto ao lado do presidente (...) Um assessor avalia: 'A hora da princesa é o momento depois do almoço para o presidente ganhar fôlego. As pessoas não entram no gabinete para pedir nada. Os abraços são gratuitos, fazem muito bem a ele. Podem chamar de populismo. (...) Após a hora da princesa, é outro homem'."
Trechos do livro Viagens com o Presidente
CAFÉ E CIGARRILHA
"Lula não mede as palavras e fala o que quer (...). Embora não seja cordial como o antecessor, o presidente é visto com simpatia pelos seguranças por ter, segundo palavras dos próprios, a disposição de trabalho e o jeito durão de um militar. Não tem muita paciência. Para ele, tudo tem que ser na hora. Costuma estressar-se com auxiliares a qualquer vacilo. Fica nervoso, por exemplo, se vai a algum lugar que não tenha um café expresso à disposição. Ajudantes-de-ordens, assessores e seguranças sabem que o bom humor do presidente pode ir para o espaço se ele não conseguir fumar sua cigarrilha com uma xícara de café na mão."
"Lula não mede as palavras e fala o que quer (...). Embora não seja cordial como o antecessor, o presidente é visto com simpatia pelos seguranças por ter, segundo palavras dos próprios, a disposição de trabalho e o jeito durão de um militar. Não tem muita paciência. Para ele, tudo tem que ser na hora. Costuma estressar-se com auxiliares a qualquer vacilo. Fica nervoso, por exemplo, se vai a algum lugar que não tenha um café expresso à disposição. Ajudantes-de-ordens, assessores e seguranças sabem que o bom humor do presidente pode ir para o espaço se ele não conseguir fumar sua cigarrilha com uma xícara de café na mão."
MPORTANTE - URNAS ELETRÔNICAS - o risco lula
O leitor de nome Márcio, mais audacioso, identifica a irregularidade dos números das pesquisas em favor do candidato-presidente como uma espécie de preparação psicossocial para coonestar o futuro resultado das urnas eletrônicas fraudadas.
Para dar credibilidade a sua argumentação, Márcio (mdelcistia@uol.com.br) informa, depois de transcrever substanciosa aula sobre urna eletrônica, que:
" a única possibilidade de se garantir a integridade das urnas é o acoplamento de uma impressora dentro do aparelho, que por sinal já existe, mas que, “por proibição de Nelson Jobim (ex-presidente do Tribunal Superior Eleitoral), não deverá ser usada para imprimir os votos” comprobatórios".
Na aula técnica transcrita, feita pelo especialista Carlos Tebecherani, é assinalado que se o programa (softwares) da contabilidade dos votos for alterado para que desvie somente 1 voto em branco (ou nulo) por urna, para um determinado candidato, ou legenda partidária – só em São Paulo, por exemplo, cerca de 85 mil votos poderiam ser “remanejados”.
Sobre a “inauditabilidade” das urnas eletrônicas, uma eterna preocupação do falecido engenheiro Leonel de Moura Brizola, o especialista Tebecherani - apoiado em análises de professores e cientistas dos mais diversos centros de ensinos nacionais e internacionais - considera que os seus programas “são facilmente passíveis de alteração”, sendo a própria “urna passível de ataque externo sem que o lacre que a encerra seja rompido”.
Jornalista Diego Casagrande
Para dar credibilidade a sua argumentação, Márcio (mdelcistia@uol.com.br) informa, depois de transcrever substanciosa aula sobre urna eletrônica, que:
" a única possibilidade de se garantir a integridade das urnas é o acoplamento de uma impressora dentro do aparelho, que por sinal já existe, mas que, “por proibição de Nelson Jobim (ex-presidente do Tribunal Superior Eleitoral), não deverá ser usada para imprimir os votos” comprobatórios".
Na aula técnica transcrita, feita pelo especialista Carlos Tebecherani, é assinalado que se o programa (softwares) da contabilidade dos votos for alterado para que desvie somente 1 voto em branco (ou nulo) por urna, para um determinado candidato, ou legenda partidária – só em São Paulo, por exemplo, cerca de 85 mil votos poderiam ser “remanejados”.
Sobre a “inauditabilidade” das urnas eletrônicas, uma eterna preocupação do falecido engenheiro Leonel de Moura Brizola, o especialista Tebecherani - apoiado em análises de professores e cientistas dos mais diversos centros de ensinos nacionais e internacionais - considera que os seus programas “são facilmente passíveis de alteração”, sendo a própria “urna passível de ataque externo sem que o lacre que a encerra seja rompido”.
Jornalista Diego Casagrande
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