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28.9.06

MILITANCIA COMPRADA DE LULA E REQUIAO



Assim como em sao paulo o pt compra militancia pra acenar suas bandeiras sujas no paraná requiao usa a mesma tatica
Sob as bandeiras que engrossam os eventos de campanha de Aloizio Mercadante, candidato do PT ao governo paulista, se escondem desempregados, estudantes e até crianças de dez anos que dizem desconhecer o petista, mas são atraídos pelas promessas de churrascos, dinheiro e bolas de futebol.

Entre os militantes em Carapicuíba, estava o catador de papelão Alexandre Roberto de Oliveira, 20, de Francisco Morato, que foi fisgado pelo estômago.

"Disseram que vai ter um almoço aqui e, mais tarde, um churrasco lá [Francisco Morato]. Não vou mentir para você, foi por isso que eu vim. Estou desempregado", disse ele que segurava a bandeira do candidato à Assembléia Marcos Martins (PT), de Osasco.

em curitiba a poluiçao visual nos semáforos da cidade com bandeiras do governador licenciado atrapalha o fluxo de pedestres e causa concorrencia desleal com os adversarios que nao tem dinheiro publico pra investir na campanha

entrevistado pelo blog o militante de aluguel M.S. diz
"recebo R$20,00 pra ficar aqui com a bandeira durante meio dia"
"quem chega primeiro fica na frente dos outros,e eu chego as 07:00h da manha"

a falta de vergonha do governador licenciado nao tem limites e se gaba de estar na frente das pesquisas.

22.9.06

estao querendo censurar o logo do fora lula



A coordenação jurídica da campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Paraná ajuizou ontem no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) um pedido de busca e apreensão de um adesivo preconceituoso contra o presidente da República. No Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência, a campanha de Lula foi alertada sobre a distribuição de um adesivo apócrifo com o desenho de uma mão com apenas quatro dedos, coberto por um “X” vermelho, numa referência ao problema físico do presidente da República, que perdeu um dos dedos da mão esquerda quando operava um torno mecânico, em uma fábrica em São Bernardo.

A coordenação jurídica da coligação estuda também pedir a responsabilização criminal dos autores do adesivo, distribuído em vários pontos da cidade. “Temos a informação de que o adesivo está sendo entregue junto de material de campanha de um adversário. Em todos os carros em que o adesivo foi colado, é possível ver também a propaganda desse candidato de oposição”, afirma o advogado Emerson Fukushima. O candidato a que ele se referiu é o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB).

Vários carros circularam na cidade com o adesivo, provocando protestos de entidades de defensores dos direitos dos portadores de necessidades especiais.

21.9.06

A TATICA DA QUADRILHA DO PT - COLOCAR A CULPA NO PT E POUPAR OS COMANDANTES LULA E MERCADANTE

Freud Godoy: assessor especial da Presidência da República. Pediu afastamento do cargo após ser apontado por Gedimar Passos como a pessoa que repassou o dinheiro que seria utilizado para a compra de um dossiê contra políticos tucanos.

Expedito Afonso Veloso: diretor de Gestão de Riscos do Banco do Brasil. Entregou carta de demissão hoje, após ser apontado por Valdebran Padilha --preso em São Paulo junto de Gedimar com R$ 1,7 milhão. Valdebran disse que recebeu parte do dinheiro de uma pessoa chamada "Expedito".

Jorge Lorenzetti: analista de risco e mídia da campanha de Lula. Ele teria articulado para repassar à imprensa documentos que supostamente incriminariam políticos tucanos.

Hamilton Lacerda: coordenador de comunicação da campanha de Aloizio Mercadante, candidato a governador de São Paulo. Admitiu que articulou com a revista "Istoé" uma reportagem contra o candidato do PSDB ao governo paulista, José Serra.

Ricardo Berzoini: coordenador nacional da campanha de Lula. O presidente nacional do PT entregou o cargo, com a revelação de um ex-assessor procurou a imprensa para repassar documentos à imprensa documentos que supostamente incriminariam tucanos.

Lula disse duvidar da participação de Mercadante no caso. “Eu coloco minha mão no fogo”, afirmou. O candidato petista ao governo de São Paulo se disse surpreendido com a participação do assessor com o escândalo e negou qualquer envolvimento.

PESQUISA ELEITORAL - ALCKMIN VENCE NO PRIMEIRO TURNO

PESQUISA ELEITORAL FEITA COM 100 PESSOAS DEVIDAMENTE IDENTIFICADAS

EM VARIOS LOCAIS DA CIDADE DE CURITIBA COM PESSOAS ESPORÁDICAS

OS NÚMEROS DA PESQUISA AQUI DIVULGADOS SAO BEM DIFERENTES QUE AS DO IBOPE E DATAFOLHA PORQUE NÓS SAIMOS NA RUA PERGUNTAR PRA POPULAÇAO

O IBOPE E O DATAFOLHA VAO NAS INVASOES DO MST E NA SEDE DO PT PRA PESQUISAR.

candidato partido votos percentual

Geraldo Alckmin (PSDB) 63 63 %

Luis Lula da Silva (PT ) 21 21%

Heloisa helena (PSOL) 16 16%

TOTAL=100

14.9.06

ALCKMIM NOVAMENTE EM CURITIBA VAMOS APLAUDIR

O prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB), está preparando mais uma visita do candidato a presidente da República, Geraldo Alckmin (PSDB), a Curitiba. Alckmin chega no início da tarde desta sexta-feira, dia 15, e desta vez, irá também à Região Metropolitana de Curitiba.

Alckmin fará uma carreata em Curitiba e dois comícios: um em São José dos Pinhais e outro em Colombo. Ontem, Beto se reuniu com sua equipe de trabalho e ex-colaboradores para formar uma força-tarefa para a reta final da campanha eleitoral. Anteontem, o prefeito esteve com um grupo de vinte e três vereadores que foram convocados a se engajar no trabalho de corpo a corpo com o eleitor
O esforço do prefeito faz parte da estratégia da coordenação nacional da campanha tucana de tentar ganhar alguns pontos que possam provocar a realização do segundo turno na campanha presidencial. Beto acha que a campanha na rua é capaz de produzir o efeito esperado.

Esta é a segunda vez que Alckmin vem a Curitiba nesta campanha eleitoral. No mês passado, ele passou um dia na cidade, onde participou de um almoço com aliados e caminhou pelas ruas centrais.

http://www.parana-online.com.br/noticias/index.php?op=ver&id=231506&caderno=15

Relatório do TCU aponta 17 envolvidos e complica PT

ANDREZA MATAIS
da Folha Online, em Brasília

O relatório do TCU (Tribunal de Contas da União) sobre a compra de cartilhas pelo governo, aprovado hoje pelos ministros, aponta os nomes de 17 pessoas e empresas que supostamente teriam se beneficiado de um esquema de desvio de recursos da Secom (Secretaria de Comunicação), órgão vinculado à Secretaria Geral da Presidência da República. O PT também é mencionado. O valor do material em suspeição soma R$ 11 milhões.

No documento, o ministro Ubiratan Aguiar, responsável pela auditoria do TCU que descobriu as irregularidades, revela que o PT participou das negociações com as empresas contratadas para produzirem o material gráfico, "provocando confusão entre ação governamental e ação partidária, com claros objetivos promocionais do partido, e impedindo comprovar-se que os serviços contratados foram, de fato executados".

Em nota distribuída ontem, o presidente nacional da legenda, deputado Ricardo Berzoini (PT-SP), admitiu o recebimento do material, mas não mencionou participação na implementação dos contratos.

O documento cita os nomes do secretário Luiz Gushiken, que comanda a Secom, de nove ex-funcionários do órgão, duas agências de propaganda (Duda Mendonça e Matisse Comunicação de marketing Ltda) e cinco gráficas como responsáveis por superfaturamento de preços. Os funcionários também são acusados de atestarem o recebimento de materiais não entregues. Todos terão um prazo de 15 dias para apresentar suas explicações.

No acórdão (publicação da decisão), o ministro Ubiratan Aguiar diz ainda que o ex-ministro Luiz Gushiken tem que se explicar "por ter autorizado ou permitido [...] a aplicação de recursos públicos no pagamento dos materiais de propaganda [...] recebidos pelo PT [...] com o agravante de que esses materiais, pelo seu conteúdo e distribuição via partido, teriam o potencial de se constituir em propaganda partidária".

Em outro trecho, o ministro informa que Gushiken e Marcos Flora, ex-secretário adjunto da Secom, "por serem gestores da alta cúpula da Secretaria, no mínimo falharam em seus deveres de diligência, contribuindo para a ocorrência do dano apontado".

A auditoria do TCU foi motivada pelo escândalo do mensalão. Quando as denúncias de que o governo estaria "comprando" parlamentares vieram à tona, o tribunal decidiu analisar os contratos de alguns órgãos do governo para identificar se havia desvio de recursos que seriam usados para a compra dos parlamentares. No acórdão divulgado hoje, porém, não há relação entre as denúncias do mensalão e as supostas irregularidades na Secom.

Procuradoria recebe relatório do TCU e deve investigar denúncia sobre cartilhas

ANDREZA MATAIS
da Folha Online, em Brasília

A Procuradoria Geral da República deve investigar a denúncia do TCU (Tribunal de Contas da União) sobre as cartilhas pagas pelo governo e distribuídas ao PT. O procurador Antonio Fernando de Souza recebeu hoje do TCU o resultado da auditoria que identificou as irregularidades. O relatório foi aprovado nesta quarta-feira pelo plenário do tribunal.

Como também responde pela Procuradoria Eleitoral, cabe a Souza decidir se encaminha para o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) a denúncia do TCU, se pede o aprofundamento das investigações ou se não tomará nenhuma providência.

O procurador ficou famoso por denunciar ao STF (Supremo Tribunal Federal) a existência de "quadrilha" que tinha por objetivo se perpetuar no poder ao analisar o escândalo do mensalão.

A assessoria da Procuradoria disse que ele não comentou o caso das cartilhas. No Ministério Público, a avaliação é que o caso é grave. José Carlos Cosenzo, presidente da Conamp (Associação Nacional dos Membros do Ministério Público), disse, em entrevista à Folha Online, que a denúncia será investigado com "urgência urgentíssima" pelo Ministério Público Eleitoral.

"É preciso darmos uma resposta para a sociedade com urgência. A denúncia é gravíssima e vai na contramão do que buscamos que é evitar o uso da máquina pública", afirmou.
Para o presidente da Conamp, se as denúncias ficarem comprovadas, "medidas extremamente sérias têm que ser tomadas".

No meio político, já se fala que as acusações podem levar ao impeachment do presidente Lula se ele for reeleito em outubro. O argumento é que o governo teria usado dinheiro público para abastecer o PT de informações sobre o governo.