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20.4.07

mst braço de protestos do pt - canalhas vivem ás custas de verbas publicas

Ações violentas do MST mal dissimulam que seu objetivo, longe de ser a reforma agrária, é a mera sobrevivência do grupo

Três das maiores entidades ligadas ao movimento, calcula a ONG Contas Abertas, foram agraciadas com R$ 39 milhões em dinheiro do contribuinte no primeiro mandato petista -quatro vezes mais que na segunda gestão FHC. Movido a verba pública e com muitos quadros na máquina estatal, o MST protesta.
O pretexto agora é atacar a "monocultura da cana", depois que Lula louvou os usineiros como "heróis". Interessante é notar, como fez reportagem do jornal "O Estado de S. Paulo", que assentados ligados ao MST no oeste paulista se associam a usineiros e plantam cana.

É inútil procurar coerência programática nas invasões e depredações de propriedades e prédios públicos, nos bloqueios de rodovias e ataques a postos de pedágio que grupos de sem-terra deslancharam no país. O protesto pelo protesto é um sinal de que o MST vai-se convertendo numa máquina burocrática, cuja preocupação é garantir sua própria sobrevivência.
O maior objetivo do movimento até a finalização da reforma ministerial era a ocupação não de fazendas mas do Ministério do Desenvolvimento Agrário. A confirmação na pasta do petista Guilherme Cassel não agradou, e a disputa que se avizinha é pelo aparelhamento do Incra.

Cassel agiu bem ao deixar de medir palavras para condenar a mais nova investida do MST: "Pauta vaga, que não justifica esse padrão de violência". Espera-se de Lula a consecução de uma limpeza nos postos federais da reforma agrária. É preciso livrá-los da militância, em nome de uma mediação técnica e impessoal.
Registre-se também que o MST já ataca o Bolsa Família, decerto desconfiado de que o segredo de polichinelo da reforma agrária está prestes a ser revelado. Em grande parte dos casos, a política de assentamentos é apenas um modo mais dispendioso que os programas de renda mínima de responder à carência de renda de uma fatia ainda considerável das famílias brasileiras.
Diante da necessidade de liberar o Orçamento para que outras prioridades sejam atendidas, o Brasil precisa explicitar os custos das políticas sociais e optar pelas que atendam a mais cidadãos com os mesmos recursos.

29.3.07

o brasil nao tem presidente e nem vice

alencar, para que serve o vice-presidente do brasil senão seguir o presidente e falar merda

Ao comentar a polêmica declaração da ministra Matilde Ribeiro (Igualdade Racial) de que é "natural" que haja racismo de negros contra brancos, o vice-presidente José Alencar disse ontem que "não existe" racismo no Brasil.
"O que existe é a necessidade de inclusão dos desfavorecidos através do desenvolvimento, da melhor distribuição da renda e, obviamente, o trabalho da ministra Matilde é importante no ministério que ela dirige. Porque há realmente alguns preconceitos ainda no país, mas o racismo realmente não existe", disse Alencar.

O RACISMO DO PT

lula e seus ministros racistas e invejosos

A ministra Matilde Ribeiro, titular da Secretaria Especial de Política da Promoção da Igualdade Racial (Seppir), diz que considera natural a discriminação dos negros contra os brancos.

Em entrevista para lembrar os 200 anos da proibição do comércio de escravos pelo Império Britânico, tido como o ponto de partida para o fim da escravidão em todo o mundo, ela disse que "não é racismo quando um negro se insurge contra um branco".

"A reação de um negro de não querer conviver com um branco, eu acho uma reação natural. Quem foi açoitado a vida inteira não tem obrigação de gostar de quem o açoitou", afirmou.

o velho PT radical e preconceituoso mostra a sua cara

PIADA DE MAU GOSTO, LULA MAQUIA DADOS DO PIB NACIONAL

lula maquia dados do PIB brasileiro,era esse o crescimento que ele se referia,o da fantasia

O pibinho revisado e vitaminado não tem apenas implicações contábeis, nem os décimos de porcentagem adicionais que podem aparecer hoje no PIB do ano passado serão meras firulas estatísticas.
Em jogo estão indicadores relevantes, como o tamanho da dívida pública em relação ao PIB e a quantidade de dinheiro dos impostos que o governo precisa colocar de lado a fim de fazer com que a dívida caia ou, pelo menos, não cresça -isto é, o tão maldito superávit primário.

E daí? Daí que o superávit primário, a contenção de gastos necessária para reduzir a dívida nos próximos anos, pode, em tese, ser menor do que o previsto no plano do governo.
Não se trata apenas da adequação aritmética do superávit ao novo tamanho do PIB -isto é, o superávit anteriormente previsto, de 4,25% do PIB "velho", deve equivaler a uns 3,8% do PIB "novo". Mas, como agora se parte de um patamar menor de dívida como proporção do PIB, ficou mais fácil atingir a meta de redução do endividamento público para os próximos anos de Lula.

Decerto não faz sentido manter o superávit do PIB "velho", o que implicaria novo e brutal corte de gastos (mais de R$ 9 bilhões). A fim de manter a dívida estabilizada, com um crescimento de 3,5% em 2007, basta um superávit de 2% no PIB "novo", na estimativa dos economistas do ABN.
O problema de baixar o superávit dos 3,8% do PIB "novo" é perder a chance de abater a dívida pública mais rapidamente. Se a dívida pública é menor, menor é a conta de juros. Quanto mais rapidamente cair a conta de juros, mais cedo virá a oportunidade de aumentar o investimento do governo em obras (ou de reduzir os impostos, a depender do gosto político do freguês).

21.3.07

FGTS - CUIDADO - O LULA QUER O NOSSO DINHEIRO


No início do mês, o CMN mudou a fórmula de cálculo da TR (Taxa Referencial), que é usada para corrigir a caderneta de poupança e os depósitos do FGTS.Marinho encomendou a sua assessoria um estudo sobre o impacto que a nova TR (Taxa Referencial) terá sobre o dinheiro depositado no FGTS.
Ele só vai se pronunciar sobre o assunto depois de receber o material, que deve ficar pronto ainda nesta semana.A alteração na fórmula da TR, segundo cálculos feitos pelo professor José Dutra Sobrinho, matemático da USP (Universidade de São Paulo), pode fazer com que os recursos do trabalhador rendam cerca de 3,5% no ano que vem, se a taxa Selic cair para 10,5% e a fórmula de calcular a TR não for mudada, para uma inflação projetada pelo mercado em 4% em 2008. Ou seja, admitindo essas premissas, o FGTS renderia 0,5 ponto percentual a menos que a inflação no próximo ano.

E MAIS,SALÁRIO MINIMO :

Atraso nas negociações com aliados impedirá aprovação de projeto que estabelece política de longo prazo para o salárioAumento de 8,57% será excluído do projeto de lei e concedido via MP, que tem vigência imediata e precisa ser aprovada em 120 dias
Com o desmembramento do projeto, porém, a política de longo prazo perde a prioridade, no Congresso, para a votação do reajuste do mínimo deste ano. Não por acaso, Santiago já acertou com os partidos aliados que seu relatório não será mais concluído neste mês como se previa de início.

20.3.07

Canais estatais !!! os cabides de empregos de lula e requiao
















Desde o início de seu mandato anterior, o governador Roberto Requião (PMDB) investiu em pessoal, equipamentos e expansão da Fundação Rádio e Televisão Educativa do Paraná.

E alterou seu estatuto para despontar como personagem freqüente da programação.

A hoje RTVE (Rádio e TV Paraná Educativa) acrescentou ao objetivo de produzir e gerar programas culturais, educativos e o debate de ""políticas públicas de governo".

Aos adversários de Requião a RTVE reserva dossiês e ataques.

O líder do PSDB na Assembléia Legislativa, Valdir Rossoni, diz que a TV pública do Paraná
""é uma demonstração de truculência, culto à personalidade".
Rossoni acusa Requião de ""contagiar a emissora com sua síndrome chavista".

Admirador do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, Requião fez com a Telesur, de Caracas, uma parceria para compor a cadeia do telejornalismo da emissora, em troca da reprodução de programas de seu governo.

Dirceu e toda a quadrilha reunida- policia federal porque nao invadiu aquela festa?













Dirceu recebe Delúbio em festa de aniversário e diz sentir falta de governar

DA REPORTAGEM LOCAL

Um dos protagonistas da crise que levou à cassação do ex-deputado José Dirceu, Delúbio Soares, ex-tesoureiro do PT, esteve presente ontem na festa dos 61 anos do ex-ministro da Casa Civil.
Distantes na maior parte do tempo, ambos trocaram cumprimento rápido por volta das 23h40, mas a assessoria de Dirceu, discretamente, afastou Delúbio para evitar que eles fossem fotografados juntos. Sorridente e cumprimentado por boa parte dos convidados, Delúbio, ao ser questionado por jornalistas sobre o presente que deu a Dirceu, disse que levou um "abraço".
Delúbio e Dirceu fazem parte do grupo de 40 pessoas denunciadas pelo procurador-geral da República, Antonio Fernando Souza, no inquérito do mensalão.
Dirceu chegou ao bar Avenida, em Pinheiros (zona oeste de São Paulo), por volta de 21h e disse não sentir falta do poder. "Sinto falta do governo, de meus amigos e de governar".
O petista, que está inelegível por oito anos, disse, entretanto, que começará a campanha pela sua anistia após a Semana Santa. "Quem vai fazer minha campanha são os que me apóiam, não sou eu, não é o PT, não é o governo. São os que me apóiam ao longo de 47 anos de vida pública, 27 anos de PT."
Indagado se o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tinha sido convidado para o evento, Dirceu disse que não, pois Lula tinha "mais o que fazer".
Para o parabéns, foi servido um bolo de gelatina vermelha, com uma estrela semelhante à do PT e o nome de Dirceu escrito em glacê. Depois de cantarem parabéns, os convidados emendaram com a música "What a Wonderful World".

Foram convidadas 2.000 pessoas. Entre as que apareceram, estavam o ator José de Abreu, o deputado Sigmaringa Seixas (PT-DF)

e o líder sem-terra José Rainha, que levou um buquê de flores.